Paciente com esclerose múltipla comemora acesso a tratamento no SUS
Medicamento oral incorporado à rede pública ampliou a autonomia de pacientes com formas altamente ativas da doença
Quando começou a sentir alguns sintomas em 2015, a enfermeira Marcela Luz, hoje com 35 anos, não imaginava que estava diante de uma doença neurológica crônica.
Ao longo dos anos, ela precisou lidar com os desafios da esclerose múltipla, condição que afeta o sistema nervoso central e pode provocar sintomas como alterações visuais, fadiga intensa, formigamentos e fraqueza muscular.
Moradora de Salvador, Marcela afirma que uma das mudanças mais importantes em sua trajetória ocorreu após conseguir acesso, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a um tratamento oral indicado para casos específicos da doença.
Atualmente no segundo ano de tratamento pela rede pública, ela afirma que conseguiu recuperar parte da autonomia e voltar a planejar projetos pessoais que foram colocados em segundo plano.
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A esclerose múltipla é uma doença inflamatória e autoimune que atinge o cérebro e a medula espinhal. Nela, o sistema imunológico passa a atacar a mielina, estrutura que protege as fibras nervosas e permite a transmissão adequada dos impulsos nervosos.

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